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Em 2009, a Casaforte lançou o Fundo Casaforte Minérios, estruturado na forma de empresa de investimento e desenvolvimento de projetos de mineração, a Casaforte Mineração (CFM).

O objetivo da CFM é agregar valor aos seus ativos minerais através de investimentos em pesquisa geológica e tecnologia de beneficiamento para aliená-los ao final do desenvolvimento dos projetos ou investir nas suas implantações e operações. Para tanto, a empresa conta com uma equipe com longa e bem sucedida experiência no setor, que participou do desenvolvimento de vários dos maiores projetos minerais do Brasil.

A empresa prioriza investimentos em minérios de metais como Alumínio, Chumbo, Cobre, Cromo, Estanho, Ferro, Manganês, Nióbio, Níquel, Titânio, Vanádio e Zinco; minérios de metais preciosos como Ouro, Prata, Platinoides; e fertilizantes como Fosfatos e Potássio.

Depois de analisar diversos projetos, a CFM decidiu investir no desenvolvimento de duas oportunidades: minério de ferro em Custódia/PE e titânio em Floresta/PE.

 

O Projeto Titânio de Floresta-PE

O projeto tem como objetivo a lavra, beneficiamento e transformação química de minério de ilmenita destinado à produção de pigmento de dióxido de titânio, matéria-prima empregada na fabricação de tintas, plásticos, cosméticos e papeis, dentre outras.

A empresa realizou pesquisas geológicas para garantir o abastecimento de minério no longo prazo e desenvolveu tecnologia própria para realizar o processamento químico do minério para chegar a um produto de alto valor agregado. A tecnologia foi patenteada e testada em planta piloto.

A implantação da lavra e do beneficiamento físico do minério será realizada no município de Floresta/PE. A localização da planta química está em fase de estudo.

A capacidade inicial de produção da planta química será de 60 mil ton de pigmento por ano. O início da operação está previsto para 2019.

Os recursos minerais já comprovados são suficientes para manter essa produção por mais de 70 anos e estudos geológicos adicionais estão sendo realizados para aumentar o volume de recursos comprovados.

Novos investimentos estão projetados para duplicar a capacidade da planta para 120 mil ton/ano após 5 anos de operação.